Prevenção deve continuar mesmo após vacina contra o HPV

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  • Prevenção deve continuar mesmo após vacina contra o HPV

    Prevenção deve continuar mesmo após vacina contra o HPV

    A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), iniciada nas redes de ensino em 10 de março deste ano, pretende reduzir a incidência do câncer de colo de útero no país pela imunização de meninas entre 11 e 13 anos. Mas, apesar de a ação ser importante na luta contra o segundo câncer que mais mata mulheres no Brasil, a vacina não deve dar a sensação de proteção total e ser definida como único método de prevenção, advertem especialistas.

    A eficácia da vacina é de 98,8%, mas as três doses previnem contra apenas quatro tipos do vírus, num total de cem. Dois deles causam o câncer e dois são relacionados ao aparecimento de verrugas. Sabe-se que estes são os mais relacionados ao câncer do colo uterino, porém ela não cobre outros que podem gerar infecção na mucosa vaginal, na vulva e no parceiro sexual.

    Portanto, as consultas ginecológicas anuais, assim como os exames e o uso do preservativo, devem continuar sendo feitos, independentemente da idade sexual, pois previnem contra outras infecções ou doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, sífilis, gonorreia, hepatite B e HIV.

    O risco que a pessoa tem de adquirir o HPV é o mesmo que tem de adquirir qualquer outro tipo de infecção por transmissão sexual. A clamídia, por exemplo, é uma DST que não traz sintomas, mas ataca o colo do útero e pode levar à infertilidade (quando a mulher não consegue engravidar pelos métodos tradicionais) ou à esterilidade (quando perde a capacidade total de ser fértil).

    Diferentemente da vacinação contra o HPV, que tende a começar cedo, os exames podem começar a ser feitos após a primeira relação sexual, quando há maior exposição à transmissão de DSTs. A periodicidade deve ser pelo menos anual, como uma forma de prevenção, e para que o tratamento, no caso de detecção de doenças, seja mais eficaz.

    Papanicolau é o teste que nunca pode ser esquecido

    Os especialistas ressaltam que o teste que não deve deixar de ser feito é o Papanicolau, exame que detecta células indicativas do HPV, assim como lesões pré-malignas ou malignas no colo uterino. A orientação do INCA – Instituto Nacional de Câncer  é de que deva ser feito dos 25 aos 64 anos, pois mesmo quando a contaminação ocorre na adolescência, os sintomas do papilomavirus irão aparecer na segunda década de vida.

     

    Citologia Clínica do Colo Uterino no ISMD

    As aulas de Citologia do ISMD são ministradas por corpo docente gabaritado composto por mestres e doutores em laboratórios próprios, com grande número de lâminas para o treinamento prático. Conta ainda com parceria com laboratório de Biologia Molecular da Michigan State University.

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